Consiste na associação do fenômeno de eletroporação associado à quimioterapia. Através da aplicação de pulsos elétricos de alta voltagem, porém em curtíssimo espaço de tempo, criam-se aberturas fugazes nas membranas celulares, inclusive de células tumorais, possibilitando que substâncias que estejam próximas ganhem o interior celular, ou seja, o citoplasma. Esse fenômeno, denominado eletroporação, não causa danos celulares significativos, sendo empregado para terapias genéticas e em dermatologia. Porém, quando são administrados quimioterápicos potentes com baixa solubilidade na membrana celular, o efeito torna-se potencializado centenas de vezes através da eletroporação causando a morte da célula neoplásica.
Vantagem
A eletroquimioterapia é uma modalidade de tratamento em neoplasias superficiais localizadas que possibilita a regressão tumoral com conservação da anatomia normal e, freqüentemente, sem necessidade de cirurgia.
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