Artigos

Alivie a dor de quem não pode reclamar

29 JUL 2015

O Centro de Diagnóstico Veterinário De Olho no Bicho oferece atendimento com profissionais especializados na área da Odontologia.
Doença Periodontal é a doença que afeta os dentes e os tecidos de sustentação dos dentes (gengiva, ligamento periodontal). Doença Periodontal não respeita raça, sexo, ou idade dos animais......PIOR ainda porque não respeita LIMPEZA DE TÁRTARO. Somente um tratamento odontológico é capaz de controlar uma doença periodontal! Divulgar isto é importante! Não se deve "vender uma falsa sensação de segurança aos proprietários".

Postado por: Bianca Flohr

Urolitíase

06 JUL 2015
Nullam euismod commodo

Introdução A urolitíase é desordem do trato urinário relativamente comum (GLEATON et al, 2001; YAMKA & MICKELSEN, 2006; STEVENSON & RUTGERS, 2006), sendo a causa de cerca de 18% das consultas veterinárias em cães com doença do trato urinário inferior (STEVENSON & RUTGERS, 2006). Houston et al (2004), em estudo retrospectivo de 5 anos com cães no Canadá (durante os anos de 1998 a 2003), analisaram mais de 16.000 urólitos verificando que os de estruvita foram os mais freqüentes (43,8%), seguidos dos de oxalato de cálcio (41,5%). Os menos freqüentes foram os de urato (4,8%), fosfato de cálcio (2,2%), sílica (0,9%), cistina (0,4%) e misto (6,5%). Doença do trato urinário inferior tem sido diagnosticada em 4,6% dos gatos avaliados em clínicas privadas dos Estados Unidos e em 7,5% dos felinos atendidos em hospitais veterinários de universidades americanas. Sua ocorrência é maior nos animais que apresentam entre 1 e 10 anos de idade. A forma mais freqüente de doença do trato urinário inferior dos felinos (DTUIF) em animais com menos de 10 anos de idade é a idiopática (55%–64%), seguida da urolitíase (15%–21%), plugs uretrais (10%–21%), defeitos anatômicos (10%), neoplasias (1%–2%) e infecção do trato urinário (1%–8%) (FORRESTER & ROUDEBUSH, 2007). Durante os últimos 25 anos, na América do Norte a prevalência de tipos de urólitos tem mudado em gatos. Em 1981, 78% dos urólitos de felinos analisados no Centro de Urólitos de Minnesota eram estruvita e só 2% eram de oxalato de cálcio. Durante o período de 1994 a 2002, a ocorrência de urólitos de oxalato de cálcio aumentou para 55% e a de urólitos de estruvita diminuiu para 33%. Desde 2001, porém, o número de urólitos de estruvita aumentou gradualmente, considerando que a ocorrência de urólitos de oxalato de cálcio diminuiu. Em 2006, 50% dos urólitos de felinos analisados no Centro de Urólitos de Minnesota eram de estruvita e 39% eram de oxalato de cálcio. Tendência semelhante foi informada pelo Laboratório de Análise de Cálculos Urinários da Universidade da Califórnia, Davis, onde 44% de urólitos de felinos analisados de 2002 a 2004 eram de estruvita e 40% eram de oxalato de cálcio (FORRESTER & ROUDEBUSH, 2007 Em estudo feito no Brasil, dos 774 cães e gatos atendidos no período de 1999 a 2003 pelo Serviço de Nefrologia e Urologia do Hospital Veterinário “Governador Laudo Natel” da FCAV- Unesp de Jaboticabal, 107 casos foram de urolitíase (13,82%) (Camargo, 2004). Dentre estes, 89 foram da espécie canina, sendo 48 machos e 41 fêmeas e 18 gatos, sendo 5 machos e 13 fêmeas. Os sinais clínicos das urolitíases dependem do número, tipo e localização dos cálculos no trato urinário. A maioria deles localiza-se na vesícula urinária, causando sinais de cistite (hematúria, polaciúria, disúria, estrangúria). Animais com urólitos renais unilaterais podem permanecer assintomáticos, ou apresentar hematúria ou pielonefrite crônica (Grauer, 2003). O risco de desenvolvimento de urolitíase está relacionado a fatores dietéticos e não dietéticos (KIENZLE et al., 1991; ZENTEK & SCHULZ, 2004). A dieta pode contribuir no aparecimento, manejo ou prevenção de recidivas de urolitíases. Ingredientes da dieta, sua digestibilidade, composição química e métodos de alimentação afetam o volume, pH e a gravidade específica da urina (MARKWELL et al., 1998; CARCIOFI et al., 2005). Altas concentrações de soluto, com subsequente supersaturação da urina e diminuição da frequência de micção podem favorecer a formação de cristais e cálculos, pois a precipitação de cristais ocorre quando a urina torna-se supersaturada (OSBORNE et al., 2000). A urina é solução complexa na qual sais (ex. oxalato de cálcio, fosfato amônio magnesiano) podem permanecer em solução sob condições de subsaturação. No entanto, a urina supersaturada tem potencial energético de precipitação, com tendência a formar sólidos a partir dos sais em solução. A cristalúria é a conseqüência da supersaturação da urina e se os cristais se agregarem e não forem excretados, pode haver a formação de urólitos (Grauer, 2003). As urolitíases não devem ser vistas como doença isolada, mas como sequela de uma ou mais anormalidades relacionadas. O fato da formação dos urólitos ser errática e imprevisível indica que muitos fatores fisiológicos e patológicos complexos e inter-relacionados estão envolvidos (Osborne et al, 2000).O tipo de mineral mais comumente encontrado nos urólitos dos cães é o fosfato de amônio magnesiano hexahidratado ou estruvita. Este urólito pode ocorrer em cães de qualquer idade, incluindo os menores de um ano. As fêmeas são mais acometidas que os machos (Markwell e Stevenson, 2000). Os urólitos de estruvita podem ocorrer em qualquer raça. No entanto, os mais afetados incluem Schnauzers Miniatura, Poodles Miniaturas, Bichon Frises e Cocker Spaniels. A alta prevalência nas duas primeiras raças citadas sugere uma predisposição familiar (Grauer, 2003).O tratamento depende do tipo de cálculo e as suas complicações, ou seja, de acordo com a clínica do paciente o tratamento é clínico ou cirurgico com a remoção dos cálculos; Fonte: Prof. Dr. Aulus Cavalieri Carciofi http://www.fcav.unesp.br/Home/departamentos/clinicacv/AULUSCAVALIERICARCIOFI/urolitiase-texto.pdf

Postado por: Bianca Flohr

Giardíase em cães, gatos e animais silvestres

20 JAN 2014
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A Giardíase é uma zoonose (doença que transmite dos animais ao ser humano) transmitida através do protozoário chamado Giardia sp. liberado nas fezes de cães, gatos e animais silvestres (por exemplo, aves). Os sintomas mais comuns são diarreia, flatulência, perda de peso e pelagem opaca. O diagnóstico da Giardíase é realizado pelo Centro de Diagnóstico De Olho no Bicho de maneira simples e rápida, através de técnicas realizadas em amostras de fezes que permitem a rápida detecção deste parasita e liberação do laudo em até 4 horas.

Postado por: Bianca Flohr

PCR em Tempo Real

11 JAN 2014
Quisque venenatis mi

O PCR é uma técnica da Biologia Molecular que se aplica a diversas áreas, entre elas na pesquisa clínica e no diagnóstico clinico-laboratorial de patógenos variados (Vírus da Cinomose, Erliquiose, Babesiose, Vírus de Leucemia e Imunodeficiência Felina, Clamidiose, vírus da Parvovirose...), inclusive de microorganismos transmissíveis ao ser humano (Brucelose, Leishmaniose, Leptospirose, Toxoplasmose). Permite a detecção e amplificação, em tempo real, do DNA dos patógenos. O RT-PCR oferece vantagens sobre outras metodologias, o que permite um diagnóstico preciso. É uma ferramenta diagnóstica extremamente moderna, eficiente, de alta sensibilidade e especificidade onde resultado falso-positivo e negativo são incomuns. Podemos citar inúmeras vantagens no uso do RT-PCR: curto tempo na realização da técnica o que permite rápidos resultados, uso de amostras variadas e em pouca quantidade. Desta maneira, a De Olho no Bicho é o PRIMEIRO CENTRO DE DIAGNÓSTICO DO ABC A OFERECER O PCR EM TEMPO REAL proporcionando aos nossos clientes exames de alta tecnologia a custos acessíveis e rápido resultado, sempre priorizando a saúde e bem estar animal.

Viroses em felinos

20 JAN 2014
Nullam euismod commodo

Os felinos são animais que podem ser acometidos por alguns vírus, dos quais não é possível a prevenção através de vacinação e que podem ser fatais (podem levar à óbito). Dentre alguns vírus, podemos citar o Vírus da Imunodeficiência Felina (FIV), também conhecido como a “Aids felina”  e o Vírus da Leucemia Felina (FeLV). A transmissão pode ser realizada através do sangue, saliva e secreções, os quais são utilizados para a realização dos exames por metodologias variadas. A De Olho no Bicho oferece vários métodos para a detecção destes patógenos através de pequenas amostras de sangue, sendo a sorologia com prazo de liberação do laudo em 4 horas e o PCR em Tempo Real (RT-PCR) que é extremamente seguro e confiável.

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